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O adiantamento se fez na conferência de imprensa que avaliou a recente assembléia anual da Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE), realizada em Paris, com a presença do presidente do organismo, o uruguaio Carlos Correa, e o diretor geral dos serviços de gado, Francisco Muzio.

Aguerre destacou o convencimento sobre as condições de competitividade de “nossos sistemas de produção” e adiantou que este mês começarão a funcionar três mesas setoriais em carne, arroz e leite, coordenadas por Walter Oyhancábal.

“Interessa construir uma política agropecuária com foco na diferenciação dos nossos produtos, pela seguridade alimentaria e a inocuidade, e também incorporando o conceito de valor agregado ambiental”, apontou. 

O ministro disse que hoje não há nada mais sensível para os consumidores que os impactos que os processos produtivos animais e vegetais têm sobre o aquecimento global pela emissão dos gases de efeito estufa. 

Sinalizou que a estratégia do Uruguai é construir uma política de diferenciação com orientações de políticas públicas. “Podemos começar a construir nosso mapa de emissão de gases de efeito estufa a partir de modelos, mas se queremos jogar em primeira temos que construir nossos próprios indicadores. Logo há que promover esses resultados”.  

Muzio destacou a relevância do encontro da OIE no qual Uruguai mantém seu estatus como único país com a condição de livre da febre afitosa com risco mínimo da doença espongiforme bovina.

Correa ressaltou a importância de fortalecer os serviços veterinários no mundo, considerando a incidência da produção de alimentos de origem animal para alcançar a seguridade alimentaria.

Fonte: El Observador